O evento corresponde à 18ª edição do programa "Evidências das Culturas Negras", intitulada "Interseccionalidade - Metodologia e prática", apresentado pela Shell e realizado pelo Museu do Amanhã, com o debate protagonizado por Sônia Santos e Valdecir Nascimento. A edição questionou como as mulheres na Diáspora Africana, sobretudo na América Afro-latina, têm se organizado para combater as múltiplas opressões acumuladas a partir do lugar social que ocupam. O debate também abordou o surgimento e a organização de lutas por políticas públicas que atendam à ampla diversidade desses grupos. A programação celebrou o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho) e, no Brasil, o Dia Nacional de Tereza de Benguela (Lei nº 12.987/2014), símbolo de resistência e representatividade da mulher negra e indígena. A atividade esteve comprometida com a Agenda 2030 da ONU, alinhando-se aos ODS 4 (Educação de Qualidade), 5 (Igualdade de Gênero), 10 (Redução das Desigualdades) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).