In November 2015, the collapse of the Fundão tailings dam in Mariana, Minas Gerais, caused the largest environmental disaster ever to occur in the country – and the largest in the world in the mining sector. The Rio Doce, its tributaries, and the life that existed within them were profoundly affected – as well as 40 localities and their population. After the catastrophe, is peace all that remains?
A MOMENT THAT TIME – AND MUD – FROZE
In April 2016, photographer Bruno Veiga went to the municipality of Mariana, in Minas Gerais, to visually research the consequences of the collapse of the Fundão Dam, operated by Samarco, Vale do Rio Doce, and BHP Billiton. There, he encountered one of the tributaries of the Rio Doce, the Rio Gualaxo do Norte, which had more than half of its length destroyed. In Paracatu de Baixo, a scene he describes as reminiscent of the Italian city of Pompeii, buried by the lava of Mount Vesuvius almost 2,000 years ago: "the color of the river resembles the color of volcanic lava." In the landscape, objects left behind recall the life that once existed and no longer does – leaving their marks, like shadows trying to resist the force of the mud.
Em novembro de 2015, o rompimento da barragem de rejeitosdo Fundão, na cidade de Mariana, em Minas Gerais, protagonizou o maior desastreambiental já ocorrido no país – e o maior do mundo na área de mineração. O RioDoce, seus afluentes e a vida que havia neles foram profundamente afetados - além de 40 localidades e sua população. Depois da catástrofe, alama é tudo o que resta?
UM MOMENTO QUE O TEMPO – E A LAMA – CONGELARAM
Em abril de 2016, o fotógrafo Bruno Veiga foi ao município de Mariana, em Minas Gerais, para pesquisar visualmente as consequências do rompimento da Barragem do Fundão, operada pela Samarco, Vale do Rio Doce e BHP Billiton. Lá, ele se deparou com um dos afluentes do Rio Doce, o Rio Gualaxo do Norte, que teve mais da metade da sua extensão destruída. Em Paracatu de Baixo, um cenário que ele descreve como a lembrança da cidade italiana de Pompeia, soterrada pela lava do vulcão Vesúvio há quase 2.000 anos: “a cor do rio lembra a cor da lava de um vulcão”. Na paisagem, objetos que ficaram para trás lembram a vida que havia e não existe mais – deixando suas marcas, como sombras que tentam resistir à força da lama.
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