A roda de conversa explorou práticas museológicas que integraram memórias coletivas e tecnologias diversas, reconhecendo a ancestralidade, enquanto campo fértil de saberes, como alicerce para futuros mais justos e plurais, ampliando a noção de “conhecimento”.
Os debates propostos destacaram iniciativas que colocaram comunidades no centro da narrativa, desde a preservação de tradições orais, a sustentabilidade nos museus, até projetos de curadoria colaborativa.
A celebração dos 10 anos do MEI reforçou essa trajetória de pesquisa crítica, que questionou hierarquias de conhecimento e ampliou vozes historicamente silenciadas.
Nesse contexto, o Museu do Amanhã, símbolo de inovação, tornou-se palco para imaginar instituições mais flexíveis, capazes de aprender com o passado e se adaptar às demandas de um presente em constante ebulição.
Juntos, museus e sociedade puderam tecer redes de cuidado, onde a memória não foi estática, mas semente para futuros ancestrais — conectados, sustentáveis e profundamente humanos.